F3 Europeia

  • Crédito: Bruce Jenkins/Toyota Racing Series

    Pedro Piquet corre neste final de semana na Toyota Racing Series.

Pedro Piquet inicia temporada 2016

Antes de estrear na Europa, bicampeão da F3 Brasil compete na Nova Zelândia
Por: Redação - 15/01/2016 11:37:35

A dois meses e meio de sua estreia na F3 Europeia, o piloto Pedro Piquet abre a temporada 2016 competindo na Toyota Racing Series da Nova Zelândia. As provas começam neste final de semana no traçado de Ruapuna Park, em Christchurch, palco da primeira rodada tripla da competição de pré-temporada. Serão 15 corridas em cinco finais de semana consecutivos.

Pedro compete com o carro #5, preparado pela equipe M2 Competition (a mesma que defendeu em sua primeira experiência com carros de corrida, há dois anos). “Tive um pouco de dificuldade no começo. O F3 no Brasil tem 270 cavalos, aqui tem 215 e tem muito menos pressão aerodinâmica. Então, o carro faz menos curva e é muito fácil o piloto “overdrive”, querer andar mais que o carro permite”, contou o piloto de 17 anos de idade, e que em 2015 sagrou-se bicampeão da F3 Brasil.

Nesta sexta-feira, foram realizadas mais três sessões de 30 minutos, nas quais o mais jovem representante do clã Piquet nas pistas finalizou em terceiro, quinto e sétimo lugar. Há 20 pilotos inscritos para a etapa de abertura. No sábado acontecem as duas sessões classificatórias, que definem os grids das corridas 1 e 3 (a mais longa do fim de semana) e a primeira bateria da rodada tripla, com 15 voltas. A segunda corrida, também tem 15 giros, abre a programação de domingo com o grid definido pela ordem de chegada da prova 1, com inversão das oitos primeiras posições.

A pista de Ruapuna tem 3.300 metros de extensão no sentido anti-horário. É um traçado onde o piloto não andou em 2014, quando teve na Nova Zelândia sua primeira experiência competindo com carros de corrida. Na época, ele era um dos três pilotos de 15 anos de idade inscritos na Toyota Racing Series, mas foi obrigado a se retirar no meio dos treinos livres da terceira etapa, por que a Confederação Brasileira de Automobilismo revogou sua autorização para competir.

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