Fórmula 1

  • Crédito: Williams/Twitter

    Sergey Sirotkin testou a Williams em Abu Dhabi e peso financeiro de seu pai pode garantir vaga.

Williams teria virado equipe de aluguel?

Depois de Lance Stroll, time está perto de fechar com Sergey Sirotkin, filho de outro bilionário
Por: Redação - 11/12/2017 17:09:32
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A Williams acelera para se transformar em uma equipe de aluguel? Essa é a pergunta que não quer calar na Fórmula 1. O time britânico, que já foi o sonho de todos os grandes pilotos, tende a se transformar em um time que cede seu cockpit para quem pagar mais. A escuderia já havia optado por esse caminho em 2017, quando aceitou o canadense Lance Stroll em troca de uma “mesada” de 40 milhões de euros por ano paga pelo pai do piloto, o bilionário Lawrence Stroll.

Agora, está prestes a fechar com o russo Sergey Sirotkin, 22 anos – outro filho de bilionário. Seu pai, Oleg Sirotkin é dono de banco na Rússia e vem financiando o sonho do filho, de chegar à Fórmula 1, desde os 17 anos. Sergey já foi piloto de testes da Sauber e da Renault, enquanto competia na Fórmula 3 Europeia e na Fórmula 2. No final do ano, testou junto com Robert Kubica no circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, e, ao que tudo indica, o dinheiro falou mais alto.

Nesta segunda-feira, a imprensa europeia especula que o piloto russo ganhou a preferência da Williams diante de Robert Kubica e pode ser anunciado nos próximos dias como companheiro de equipe de Lance Stroll para 2018. A contratação de Sergey Sirotkin vai passar, inclusive, por cima de imposições contratatuais do principal patrocinador da equipe, a Martini, que exige um piloto mais velho – com idade acima de 25 anos – para não associar sua marca aos jovens e não estimular o uso de bebida alcoólica entre eles.

Com seu novo perfil, a Williams vai para a temporada 2018 acumulando 20 anos sem um título e com uma série de 113 GPs sem vitórias. A mais recente ocorreu no GP da Espanha de 2012 e foi vencida pelo venezuelano Pastor Maldonado, que, aliás, também “pagava” para correr na Williams, usando a petrolífera de seu país, a PDVSA, como patrocinadora.

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1 Comentários

  1. Valdemir Silva BragaDiz:

    Na formula 1 atual, quem manda é o dinheiro, por isso, o nivel dos pilotos hoje em dia é inferior aos de decadas passadas. A Williams quer e precisa de dinheiro, mas acho que ela somente conseguirá vitórias quando tiver um motor exclusivo para ela. Cheguei a pensar que a Alfa-Romeo iria para lá levada pela Martini como nos anos 70 mas este foi para a Sauber. A Williams precisa voltar as vitórias pois é uma das mais importantes do grid, porém precisa de um motor somente para ela.

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