Fórmula 1

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    Empresário faz jus à fama e dá nova declaração polêmica sobre a categoria.

Para Briatore, categoria tem dias contados

Ex-chefe da Renault espera que equipe francesa retorne à F1 mais competitiva do que nunca
Por: Redação, com AFP - 07/12/2015 17:32:18

Mesmo fora da Fórmula1, o empresário e ex-chefe da Renault, Flávio Briatore, voltou a incomodar os diretores da categoria. Em entrevista ao jornal italiano “La Gazetta dello Sport”, Briatore, visivelmente incomodado com a supremacia de títulos da Mercedes, disse que a F1 está morrendo e que, por isso, a Renault precisa aproveitar os anos que restam para demonstrar competitividade.

Fora da categoria desde 2007, quando passou a fornecer motores para a Red Bull Racing, a equipe francesa anunciou a compra da Lotus na semana passada, na preparação para a disputa do campeonato de 2016.

No entanto, a expectativa inicial dos franceses é de voltar à velha forma, que levou Fernando Alonso ao bicampeonato em 2006, em aproximadamente três anos de competição.

Tempo que precisa ser reduzido, segundo Briatore. “Três anos é muita coisa. A F1 está morrendo e a Renault precisa ser competitiva antes disso”, comentou o empresário italiano que foi banido da categoria em 2009, após o “Caso Nelsinho Piquet”.

Ao dizer isso, Briatore alerta que a equipe precisará se reformular. "Será preciso reforçar a estrutura técnica em Enstone, onde há muita gente qualificada, assim como o departamento de motores em Viry-Chatillon. E isso não será tarefa fácil", concluiu.

Caso Nelsinho Piquet

Em 21 de setembro de 2009, Flávio Briatore foi banido da F1 pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo). A entidade constatou através de investigações e declarações que o italiano havia dado ordens para que Nelsinho Piquet provocasse um acidente e ajudasse o companheiro Fernando Alonso a vencer o GP de Cingapura de 2008. O escândalo encurtou a carreira do piloto brasileiro na F1.

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